sexta-feira, 11 de março de 2011

Tu sempre soubeste

Porque te sentes assim?
Foi só mais uma prova
Que és igual a qualquer um.
Entre o comum e o diferente?
Tu sempre soubeste que era assim…
Entre ti e a vulgaridade?
Não há diferença nenhuma.
De que te serve procurar o ódio
Se a dor que isso te trás é de quem ama?
De que te serve procurar razões
Se a razão é sempre a mesma?
Tu sempre soubeste que era assim…
Se hoje acreditas?
Amanhã pode ser o fim.
Tu sempre soubeste que era assim…
Xepull

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