segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Sou

É assim que eu sou.
Escondo-me
E deixo-te viver.
Perto de quem gostas.
E quanto tu existes…
Ou estás perto de alguém,
Que acredita que existes?
Percebes quem és.

E se o silêncio chega?
São tantas as vezes,
E tantas as vezes que eu apareço.
O silêncio chega
E pareces só.
Acreditas que não tens nada!
Eu?
Do nada…
Faço nova história.

É isso que eu sou!
Do teu nada,
Faço o meu tudo.
Se te pudesse falar?
Saberias…
Que esse tudo,
É teu!
Xepull

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