quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Quieto

Não passo do mesmo lugar.
Sento-me no chão e espero,
Cada segundo passar.

Cada segundo é tempo.
Tempo morto,
Que me deixa quieto.

Quieto penso
E pensar dá-me mais,
Mundos desiguais.

Mundos meus.
A imaginação no limite,
Distingue-os dos teus.
A mesma imaginação no limite,
Impedem-me sempre,
Que te critique.

Já varias vezes,
Te imaginei diferente.
Mas nunca, deixei,
De te imaginar presente.
Xepull

5 comentários:

  1. Já te disse isto, mas volto a dizer, dá às pessoas o prazer de lerem o que escreves.. é fantástico..
    Ao ler o que escreves, deixo-me levar pelo que sinto..não pelo que quero sentir, nem pelo que devo sentir, mas simplesmente pelo que sinto no momento em que estou a ler...e isso é bom, liberta-me, faz-me sorrir ou faz-me chorar, mas faz-me sobretudo sentir...

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  2. Xepull:Muito obrigado =), isto ainda me dá mais força para continuar a criar...para continuar a sonhar...para continuar a sentir e a viver...obrigado =)

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  3. mt profundo, com certeza...
    estive aqui.
    *

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  4. Xepull:obrigado por leres=)*

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  5. Não conheço quem escreveu o primeiro comentário mas conheço exactamente o que quer dizer. Concordo plenamente, os teus poemas fazem-me sobretudo sentir e por isso tornam-se especiais. Deixam de ser apenas palavras para serem desencadeadores de sentimentos que, se calhar, até estavam cá mas guardados. Por isso dou-lhes tanto valor porque os sentimentos são uma preciosidade.

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