domingo, 5 de junho de 2011

O amor é…

O amor é…
Tudo que eu poderia escrever no céu
E mesmo assim não escrever nada.
Sufocado, falar mil definições
E gritar outras tantas.
Contigo sentada no meu colo?
Todas essas perderiam significado
E numa canção definiria de novo o amor.
O amor…
Faz-se de palavras baratas e gestos simples
Ou de gestos complexos e vocabulário maduro.
Nasce numa realidade e até numa ilusão...
Não deixando por isso de ser amor.
O amor é…
Tudo que podes encontrar na responsabilidade
E não deixar de amar o irresponsável.
É a calma!
É a adrenalina!
O amor…
São dois pontos próximos ou dois pontos extremos.
É a vontade de aproximar impossíveis.
Criado num limite que não sabemos qual é.
O amor é tudo.
Procuramos entender e sonhamos algum dia o definir.
É uma procura constante numa vida inconstante.
O amor é…
Poder sentir e perceber sentindo,
Que o teu sorriso basta.
É deitar-me no chão e olhar o céu,
Onde continuo sem conseguir escrever nada.
É uma lágrima que várias vezes me acorda o sorriso
Ou um sorriso que já me fez chorar.
O amor é…
Compreender a beleza de te ver voar
E sorrir quando no meu ombro vens pousar.
É sentir que não preciso de te agarrar
Por simplesmente te amar.

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