sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A arte


Hoje percebi uma coisa.
Consigo concentrar-me em quase tudo…
Mesmo que seja banal.
Consigo concentrar-me em quase tudo…
Ate chegar a arte.
Quando me apercebo,
Já estou a divagar.
Hoje…
Percebi a razão da minha distância.
Sei perfeitamente que nesse mundo,
Sou mais feliz.
Infelizmente…
Existem sempre coisas a terminar.
Em cada canção,
Chega a certeza que tento eliminar.
Não me olho ao espelho,
Para não me imaginar a cantar.
Chega um poema há minha cabeça…
E eu?
Desejo não ter folhas para o escrever.
Mas hoje…
Hoje a arte venceu.
E ainda bem!

Xepull

domingo, 25 de março de 2012

Tenho ficado muito quieto!

Tenho ficado muito quieto!
Passos dias a pensar que será…
Será agora!
Mas continuo quieto!
Por quê?
Não sei!
Deixo que as palavras se calem dentro de mim
E quase esqueço o que realmente sei fazer.
Posso compor poesia assim,
Quase todos os dias.
Quase todos!
Porque em alguns…
Fico quieto.
Respeito o meu silêncio…
Tudo são consequências do que eu escolhi viver.
Nunca disse que isso era certo.
Na verdade nunca o senti certo.
Quase sempre ando perto de criar algo novo.
Quase sempre a minha conclusão
Se reverte em introdução.
Posso compor poesia assim,
Quase todos os dias.
Quase todos!
Porque em alguns…
Xepull

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Medo


Num segundo,
A desconfiança.
O medo!
A insegurança!
Pareço uma criança.
Confundo a dor,
Com a distância.
Onde está a mão?
Essa mão,
Dá-me segurança!
Xepull